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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
 Leach, 1820
Subfamília: Anatinae
 Leach, 1820
Espécie: C. leucophrys

Nome Científico

Callonetta leucophrys
(Vieillot, 1816)

Nome em Inglês

Ringed Teal


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Marreca-de-coleira

A marreca-de-coleira é uma ave Anseriforme da família Anatidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) kallos = beleza; e netta = pato; e do (grego) leukos = branco; e ophrus = sobrancelha. ⇒ Beleza de pato (com) sobrancelha.

Características

Mede 30 cm de comprimento. Bico azul-claro,, pernas róseas. Macho com face e garganta pardas, orladas por uma faixa escura da coroa à nuca; dorso castanho ferrugíneo, peito rosado com pintas pretas, flancos com fina vermiculação cinza e branca, crisso branco. Fêmea com complexo padrão marrom e branco na face; marrom por cima, peito e flancos com barrado irregular marrom e pardo. Em voo, ambos os sexos tem asa escura, com espelho verde irisdecente e uma mancha oval branca no centro da asa.

Subespécies

Não possui subespécies.

Alimentação

Alimenta-se basicamente de larvas, crustáceos, gramíneas e plantas herbáceo-aquáticas e também arroz. Em 2015 na área de Flores de Goiás/GO foi feito um registro desta ave em uma bando de 4 indivíduos, em uma das lavouras de arroz presentes ao lado do município (GO-114).

Reprodução

Faz ninhos em ocos de árvores (como coqueiros) que ficam perto de lagos e açudes onde coloca os ovos. Os patinhos ao nascerem pulam um a um do alto do ninho. Os filhotes são cuidados pelos pais que permanecem em áreas com abundância de água, onde usam sua habilidade de se alimentar filtrando a água com seu bico de bordas serrilhadas.

Hábitos

Espécie escassa, ocorre em geral aos pares, no máximo em grupos de 6 a 8 aves, em banhados, matas alagadas, lagos e pantanais tomados por capim. Às vezes empoleira em árvores. O chamado é um curioso “ko-uiá” anasalado.

Distribuição Geográfica

Aparentemente reproduz-se no Rio Grande do Sul durante o verão, tornando-se migratória no inverno quando aparece em São Paulo, Minas Gerais, no sul do Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Referências

Galeria de Fotos